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Espetáculos



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Imagens Deslocadas – 2007

Duração: 50 minutos

 

 

Imagens Deslocadas é o espetáculo de 2007 criado a partir de uma pesquisa sobre a comunicação física entre bailarinos através da imagem. Chamamos de ”vídeo carta” o registro do improviso do bailarino em um ambiente, obrigatoriamente, não convencional. Este registro se tornou o fio condutor para comunicação e contaminação do movimento.

O espetáculo consiste na re-elaboração da matéria coreográfica proveniente dos vídeos, através da sensação do movimento.

 

Video Imagens Deslocadas

 

Graziela Andrade, doutora em ciência da Informação, desenvolveu como tese de mestrado o projeto ::Nos em Rede:: Informação, Corpo e Tecnologia – Pesquisa desenvolvida na escola de Ciência da Informação, UFMG 2008. Deu origem ao documentário em questão que surgiu de entrevistas realizadas com o Movasse – coletivo de criação em dança – a partir do espetáculo Imagens Delocadas.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

 

 

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Um Passo a Mais-2006

Duração: 50 minutos

É uma intervenção urbana que acontece nas marquises da cidade.

Dois bailarinos dialogam com o público e com o espaço ao som do ruído urbano, interagindo com a arquitetura, despertando curiosidade nos pedestres e chamando a atenção para o fazer  artístico no cotidiano da movimentação das cidades.

Este trabalho acontece a qualquer tempo, sendo que no período da noite, faz-se uso de iluminação específica, na tentativa de focar os corpos em movimento no cotidiano da cidade.

 

 

 

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Novo Algo de Sempre

Duração: 15 minutos

 

 

Trabalho de dança contemporânea construído a partir de um estudo de movimento que relaciona corpo, espaço e imagem. Através de deslocamentos no plano baixo e da escuta espacial, organiza-se o diálogo entre a matéria coreográfica e a improvisação.

Descrição do estudo:

1-Evidenciar a antagonia existente entre a fluidez e a não fluidez do movimento.

2-Definir previamente a matéria coreográfica a ser realizada em diálogo com a improvisação. Ambas observando a proposta de apenas explorar movimentos no chão.

3-Estabelecer construção do deslocamento no espaço através de alavancas pré-definidas coreograficamente ou solucionadas momentaneamente na improvisação.

4-Exercitar a escuta entre os corpos não se baseando em contagem musical.

5-Criação de imagens aleatórias através de uma condução determinada do movimento.

É a partir deste estudo que um duo se estabelece, contando também com a bagagem individual de cada dançarina. Sua duração é de aproximadamente 15 minutos, podendo ser realizado em espaços convencionais ou alternativos observando a condição de ser um piso liso.

https://vimeo.com/41854857

 

 

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Curvas de um Quadrado

Duração: 60 minutos

Quatro solos independentes entre si formam os lados deste quadrado. A soma destes lados gera curvas e a partir delas o fazer artístico de um colabora no do outro. São quatro habilidades distintas que através do movimento se encontram. O corpo como instrumento e fim. Cada bailarino desnuda a sua história em cena, traduzindo-a fisicamente.

 

Solos que compõem a obra:

 

 

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Diante do Pôr do Sol

 

“Move. Não move. Está longe e está perto. Está dentro de tudo isso. Está fora de tudo isso.” (Guimarães Rosa)

 

Ficha Artística

 

Criação, concepção e execução: Andréa Anhaia

Assistência de direção: Marise Dinis

Trilha sonora: Kiko Klaus

Figurino: Silma Dornas

Iluminação: Ricardo Cavalcanti

 

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Fazer em mim

 

Frases de movimentos quase aleatórias que ao serem interrompidas sugerem possibilidades. Provocando a inexistência de uma linha narrativa.

 

Ficha Artística

 

Bailarina: Ester França

Direção: Carlos Arão

Música: Mexico, autor: Cake

Figurino: Silma Dornas

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Espere os Ventos

 

“Não há uma só árvore que o vento ainda não tenha sacudido”. Através de distorções da forma, o bailarino organiza sua loucura, mas sem perder a clareza da paisagem.

 

Ficha Artística

 

Bailarino: Fábio Dornas (ex-integrante)

Direção: Tuca Pinheiro

Figurino: Silma Dornas

Iluminação: Márcio Alves

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Sem Data de Vencimento

 

O movimento é intenso, dinâmico, longo, curvo e circular. Com altos e baixos, cheio de retas e vertentes. SDV (Sem Data de Vencimento) é um raio x de um corpo que flui no espaço, no seu tempo e em suas memórias.

 

Ficha Artística

 

Criação, concepção, interprete e figurino: Carlos Arão

Música: Fred Viana (Indústria de Plásticos)

                                   Link: http://www.youtube.com/watch?v=rTxAX0b3z8Y

 

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Não me Fales de Freddy Krueger

Duração: 30 minutos

 

 

“EL SUEÑO NOS PRESENTA LO BELLO TERRENAL EN UN RESPLANDOR VERDADERAMENTE CELESTE; LO ELEVADO, EN SU MÁS ALTA MAJESTAD; LO QUE SEGÚN NUESTRA EXPERIENCIA ES TEMEROSO, EN LA FORMA MÁS ATERRADORA; Y LO RIDÍCULO, CON INDESCRIPTIBLE COMICIDAD; A VECES NOS HALLAMOS AÚN DESPUÉS DE DESPERTAR, TAN DOMINADOS POR UNA DE ESTAS IMPRESIONES, QUE CREEMOS NO HABER HALLADO EN EL MUNDO REAL NADA SEMEJANTE”.

Sigmund Freud

Não me fales de Freddy Krueger é uma pequena viagem através das complexidades que compõem a personalidade da intérprete, através dos seus próprios sonhos. Mesmo sendo fantasiosos ou ridículos, os sonhos são uma recriação fantástica da vida real e se pararmos para analisá-los um pouco, poderemos descobrir muito sobre nós mesmos.

 

https://vimeo.com/17192001

Ficha Artística

 

Direção: Asier Zabaleta.

Intérprete: Andrea Anhaia.

 

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De Cujus

Duração: 60 minutos

 

 

“Há ruídos nos cantos da casa.
Os autores de nossas heranças são atores do nosso passado não vivido.
E nesta Casa de Memória habitam desejos, vidas, amores e sonhos, ora reais, ora voláteis
Pode entrar, a casa é sua. Sua e… De Cujus”

De Cujus trata de questões relativas à memória e a ancestralidade em um formato híbrido entre a performance, o teatro, a dança e a instalação. O resgate das memórias de cada bailarino conduz o público a uma experiência contemplativa, emocional e sensorial. Uma reflexão sobre si mesmo que transpõe a nostalgia das lembranças convertendo-se em imagens poéticas e estéticas.

 

Link: http://www.vimeo.com/17331597

 

Fundação Municipal de Cultura - PBH

 

Fábulas do Agora

Duração: 60 minutos

 

 

Fábulas do Agora é uma intervenção urbana que acontece nos mercados centros comerciais populares, onde seres subversores da lógica dos contos de fadas misturam-se a imagens contemporâneas. Príncipes, bruxas e animais se entrelaçam em personagens híbridos, carregados de subjetividade.

 

 

1, 2 na Dança 2010 - Atividades Complementares

 

Vago

Duração: 15 minutos

“Movimento que explora a trajetória incerta do pouco pronunciado destino que uma vez espalhado por vários sítios, nenhum deles ocupa. Disponível de moradores ou inquilinos, mas, incrivelmente, com apenas um herdeiro.

Errante confuso por natureza é a primeira pessoa do singular que no presente do indicativo vai de-vagar. E de tudo que se quer ser, seja a morte, seja a dúvida, as palavras dançam, em inculto silêncio mal distinto.

E assim, enfim, deixa muito a supor…”

 Recorte autobiográfico de momentos e imagens que combinados quase aleatoriamente resultam na definição poética de vago.

https://vimeo.com/51754751

Ficha Artística

Iniciativa: Movasse – Coletivo de Criação em Dança

 

Criação e interpretação: Ester França

 

 

Captura de tela 2012-03-08 às 00.32.00

 

Projeto MOV POST

Duração: de acordo com a Instalação

O que está acontecendo aos nossos corpos com a imersão contínua no universo digital? Que tipo de sociabilidade vem sendo produzida com as redes sociais como o Facebook? Seria possível criar uma rede de comunicação em que o foco é o corpo em movimento? Mobilizados por estas questões, o Coletivo Movasse, propôs criar uma rede de comunicação através de pequenos vídeos intitulados Mov Post, na qual todos os compartilhamentos são estimulados a serem realizados com todo o corpo em movimento e não pela forma, hegemônica, de palavras escritas.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=Ho_K687Wf9c

 

 

 

 

N1Playlist

Duração: 50 minutos aproximadamente

 

Playlist é uma obra a ser construída a cada apresentação. São 45 minutos cênicos completamente improvisados. Baseadas em elementos definidos pelo público – quer seja por sua escolha quer seja na sorte – as improvisações se estabelecem através do uso da coletividade e da imaginação.

A produção da obra Playlist é calcada na autenticidade e criatividade dos seus integrantes. Deixar que o público escolha a trilha sonora e também algumas composições cênicas, permite que a platéia participe como um norteador do espetáculo, tornando-o imprevisível e próximo ao lúdico destas pessoas. A obra traz o conceito de interação e de imaginação, sem conceitos rígidos, prezando o debate e a liberdade de ideias nas improvisações. Desta maneira, Playlist se torna um evento sem amarras ou paradigmas, interagindo de forma harmônica com um público estimulador.

https://vimeo.com/41044293

 

 

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“Nowhereland” Agora Estamos Aqui

 

O Movasse  foi  buscar na obra cinematográfica de Tim Burton inspiração para criação coreográfica de um espetáculo de dança. As obras do diretor  são marcadas por uma recriação fantástica do real, sempre com um tom de comédia e resvalando em toques de humor macabro.  A tênue linha que separa o real do imaginário foi o ponto de partida para desvendar o tema.

 

Até onde estamos seguros do que é real e do que é apenas fruto de nossa imaginação?  Somos feitos apenas dos fatos concretos do dia dia ou somos aquilo que imaginamos ser? Existe uma forma de distinguir o que é real do que é imaginário? E se eu acentuasse apenas algumas características e esquecesse de outras? Qual equação eu teria? Seria ela “verdadeira”?  Enfim, estas são algumas perguntas que surgiram durante o processo e depois se transformaram em movimento, iluminação, trilha sonora e figurino.

 

Desta vez, convidamos Márcio Alves, Kiko Klaus, Vermelho Queimado e Silma Dornas para compor as outras peças que deram  forma ao  trabalho, orquestrados pela  sensível  direção de Sônia Mota.

 

 

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Ficha Artística

 

Criação e Realização: Movasse – Coletivo de Criação em Dança

Direção Artística : Sônia Mota

Bailarinos: Andréa Anhaia, Carlos Arão, Ester França e Fábio Dornas (ex-integrante)

Trilha Sonora: Kiko Klaus

Cenário: Vermelho Queimado

Iluminação: Márcio Alves

Assistente de iluminação: Ricardo Cavalcanti

Figurino: Silma Dornas

Programação Visual: Paula Cabral

Produção: Cibele Maia, Junio Nery e Silvana França

 

 

 

 

 

Se7 Aberto

 

SE7 ABERTO

 

 

O Coletivo Movasse, partindo do projeto “Mov Post” criado para o Facebook, desta vez se reúne a convidados que dele participaram para transformar locais públicos em sets abertos de filmagem de novos vídeos.

As idéias geradas por todos os participantes durante o Mov Post no Facebook serão reorganizadas e transformadas pelo Coletivo em uma intervenção/set de filmagem em várias partes da cidade.

As imagens obtidas nessa intervenção urbana serão editadas, além disso, quem se interessar pode capturar suas próprias imagens e enviar para o Coletivo  integrando este material no processo de edição. A partir disso, novos vídeos serão lançados na internet. Abre-se um novo espaço para diálogos entre corpos em movimento criando assim um processo criativo colaborativo e público.

Para o Mov Post, todas as idéias são bem vindas!

 

  • Ficha Artística

 

Iniciativa; Movasse – coletivo de criação em dança

Bailarinos; Andrea Anhaia, Carlos Arão, Cibele Maia (convidada), Ester França e Fábio Dornas (ex-integrante)

Interferências na primeira temporada: Nicole Blach, Lucas Medeiros e Rafael Bittar

Direção e Edição de Vídeos; Chico de Paula

Capturação de Imagens; Chico de Paula e público

Produção; Cibele Maia e Júnio Nery

 

 

 

 

 

 

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Enfim” (2016)

 

Duração: 60 minutos

O Coletivo Movasse, comemorando 10 anos de existência, busca na velhice inspiração para dançar o tempo, a vida e a morte.

O processo do Enfim levou a descoberta de alguns estímulos que nos trouxeram a essa experiência ainda não vivida. Estabelecemos relações entre: o suporte e o suportar; a impossibilidade de agir e a ação; a queda e a recuperação; o estar e o esperar.

Observamos a falência em sustentar a juventude, e as possibilidades que se abrem quando aceitamos (ou não!) a gravidade, a descontinuidade e o efêmero.

Percebemos que a paciência e a calma nos servem para encontrar e aceitar o presente; e a entrega tranquila ao cansaço, saborear o aprendizado que envolve percorrer a estrada natural da vida.

Ao final, a velhice é uma ressonância ao que fomos e somos, e ao viajar no tempo entendemos a morte, como mais um movimento da vida.

Vamos envelhecer, maravilhosamente!

 

Ficha Técnica:

 

Argumento e consultoria artística: Mariana Lima Muniz

Concepção e pesquisa coreográfica: Movasse Coletivo de Criação em Dança

Assistência de consultoria artística: Rafael Neves

Assessoria Coreográfica: Marise Dinis

Bailarinos: Andréa Anhaia, Carlos Arão, Ester França e Fábio Dornas (ex-integrante)

Cenário e figurinos: Míriam Menezes

Iluminação: Márcio Alves

Operador de som: Thiago Oliveira

Edição de trilha Sonora: Kiko Klaus

Oficina de Máscaras Balinesas: Rafael Protzner

Aula de voz: Rainy Campos

Texto em off: Milton Anhaia

Design Gráfico: Frederico Mendes

 

 

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“Em Nós”(2017)

 

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Duração: 45 min

“Em Nós” – Movasse e Tuca Pinheiro (Convidado)

“Em Nós” trata da concretude e da abstração que podem surgir das relações entre o pronome “nós” e o plural do substantivo “nó”. Por meio do exercício do movimento propomos uma readaptação poética às condições da realidade. “Em nós” enfatiza um corpo coletivo que disponibiliza suas capacidades para propor e aceitar desafios na tentativa de construir outras pontes para uma existência sempre dinâmica. Seus próprios percursos, existências e mundos encarnam o imprevisível e o indeterminado como forma de estabelecer o diálogo com o outro.
Ficha técnica:
Criadores: Carlos Arão, Ester França e Tuca Pinheiro
Iluminação: Junior da Mata
Consultoria de figurino: Míriam Menezes
Trilha Sonora: Elza Soares e Marku Ribas, Ney Matogrosso, Tchaikovsky, Philip Glass

 

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